ENVIOS A PARTIR DE 30/MARÇO
Neste livro rebelde e festivo, Jean Tible escova a história das revoltas modernas à contrapelo, descobrindo brechas luminosas nas lutas quilombolas, socialistas, indígenas, anarquistas, feministas, antirracistas; de piratas às bruxas, passando por autonomistas e abolicionistas.
Os ensaios presentes em política selvagem nos convidam a partilhar o percurso de uma viagem coletiva, visceral e caleidoscópica das lutas populares desde baixo, radicalmente contra toda forma de opressão e dominação.
"Este livro é para ser carregado debaixo do braço e lido no ônibus, no trem, na rua, na praça. Um pouco antes da tempestade." — Lincoln Secco
"Ao pensar a política na rua, na praça, na estrada e na mata, Jean Tible apresenta uma teoria da democracia que a encontra lá onde a polícia e a milícia matam sem medo de consequências jurídicas; lá onde foi assassinada a representante preta e lésbica da favela, do Complexo da Maré; lá onde pessoas pretas e/ou pobres diariamente confrontam a brutalidade policial e a precariedade econômica. Ao fazê-lo, política selvagem nos oferece um ponto de partida para recompor o arsenal disponível para a crítica da arquitetura política liberal, em particular de sua composição mais recente, o Estado-Nação." — Denise Ferreira da Silva
"Pode causar surpresa a filiação marxista de Tible. Mas trata-se do Marx das revoluções de 1848 e da Comuna de Paris cujo legado para a imaginação insurgente é a inspiração para revoltas futuras. A mensagem das insurreições é voo da flecha, infinitamente mais importante do que o alvo que ela atinge ou deixa de atingir – metáfora do poeta Rilke para amores desesperados de atingir seu fim. As ebulições no Brasil, após 2008 contra Wall Street, de 1968... a lista é longa e comprova a incrível erudição compromissada desse estudo que é insurgente no conteúdo e também na anarquia na disposição de capítulos e na numeração não-linear. Sem a ilusão de alternativas estatais e personalistas e com sua estima pela sabedoria das massas insurrectas, é um livro iluminado pelo ânimo rebelde." — Mauro W.B. Almeida
"Jean Tible abre uma janela para observar o que está fora da relação mórbida das irmãs inseparáveis civilização e barbárie" — Silvia Beatriz Adoue
SUMÁRIO
PRÓLOGO
POR SILVIA BEATRIZ ADOUE
PERCURSOS
NOTA SOBRE A SEGUNDA EDIÇÃO
POLÍTICA SELVAGEM
NO PRINCÍPIO ERA O MOVIMENTO
ONDA
FINS DE MUNDOS
CIÊNCIAS, POLÍTICASMOMENTO 68
EXPLOSÃO
ANTICOLONIAL
AQUI E AGORA
BUSCA
AUTONOMIA
MUTAÇÃO
AS ARTES DE NÃO SER GOVERNADO
FOGO
DESTITUIÇÃO
ESPARSAS?
INGOVERNÁVEL
2013
TENDOTÁ PUAKAPY
68 NA TURTLE ISLAND [ILHA DA TARTARUGA]
PROFECIA
TERRA HABITADA
HABITAR A TERRA
PUXANDO A FILA
COMUNAS
AUTOGOVERNO INDÍGENA
LINHAGENS
VIVE LA COMMUNE!
CHÃO E TERRA
PODER E/É REPRESSÃO
MEDO
CONTRARREVOLUÇÃO
REAÇÃO
CONTRAMOVIMENTO
GUERRA
LUTA CRIMINOSA
AQUI COMEÇA O BRASIL
CENAS DO RIO
CENA 1
CENA 2
CENA 3
REPRESSÃO
ENCARCERAMENTO
ABOLIÇÃO!
DISSIDÊNCIAS
APITO
SOBREVIVER
TECER
POLÍTICA DO CULTIVO
NATUREZAS
CIÊNCIA SELVAGEM
MANGUE
POSFÁCIO
REVOLTA!!!
POR DENISE FERREIRA DA SILVA
EPÍLOGO
ZÉ OU A BELEZA DA VIDA COLETIVA
TONI NEGRI, OPERAISTA
O SORRISO DE CLARA CHARF
AGRADECIMENTOS
Política Selvagem - Jean Tible
2a Edição revisada e ampliada
Edição revisada pelo autorCAPA E ILUSTRAÇÃO: Revista Comando
PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO: Marina Manganotte
QUARTA CAPA Lincon Secco
TEXTO DA ORELHA Mauro W. B. Almeida
PRÓLOGO Silvia Beatriz Adoue
PÓSFACIO Denise Ferreira da SilvaIGRÁ KNIGA - CONSELHO EDITORIAL
Allan de Campos
Bruno Xavier
Jean Tible

